É com o objectivo de partilhar conhecimentos e promover um espaço de reflexão em torno da temática da engenharia genética e suas implicações éticas que surge este espaço web.

terça-feira, fevereiro 28, 2006

O que é a clonagem?


Podemos definir a clonagem como um método científico artificial de reprodução que utiliza células somáticas (aquelas que formam órgãos, pele e ossos ) para produzir um novo ser geneticamente idêntico ao dador da célula.
Todas as células do organismo possuem no seu núcleo uma cópia do material genético. Por isso, em laboratório, retira-se o DNA de uma célula somática e coloca-se numa célula sexual feminina, um óvulo previamente manipulado (retirado o seu material genético). Uma faísca de electricidade iria promover a divisão do ovo. O ovo, com cerca de 8 células será posteriormente implantado no útero de uma "barriga de aluguer" que dará à luz a um novo ser geneticamente semelhante ao inicial.
A primeira experiência com clonagem de
animais ocorreu no ano de 1996, na Escócia, no Instituto de Embriologia Roslin. O embriologista responsável foi o doutor Ian Wilmut. Ele conseguiu clonar uma ovelha, baptizada de Dolly. Após esta experiência, vários animais foram clonados, como por exemplo, bois, cavalos, ratos e porcos.

By: Margarida

segunda-feira, fevereiro 27, 2006

O etanol como combustível

Uma das alternativas à utilização de combustíveis derivados do petróleo, que começa cada vez mais a escassear, é o etanol produzido pela levedura Saccharomyces cerevisiae.
Vários programas de optimização da sua produção têm vindo a ser desenvolvidos em diversos países a partir da biotecnologia. Tais processos visam a produção de linhagens melhoradas desta levedura com características desejáveis para produção de etanol e com monitoramento na indústria por técnicas de marcação molecular.
Por tecnologia do DNA recombinante, são desenvolvidas nos laboratórios de todo o mundo linhagens de leveduras contendo genes de amilases capazes de utilizar o amido, por exemplo de mandioca ou batata-doce, na produção de etanol. Essas leveduras manipuladas geneticamente têm vindo a ser aperfeiçoadas e poderão desempenhar um importante papel na produção de etanol.
O etanol produzido é utilizado como combustível veicular e para produção de energia elétrica. Como combustível para automóveis, o álcool tem a vantagem de ser uma fonte de energia renovável e menos poluidora que os derivados do petróleo, o que possibilitou o desenvolvimento de uma tecnologia 100% nacional. O álcool é também menos inflamável, menos tóxico que a gasolina e o diesel.
É mais um dos múltiplos exemplos em que a biotecnologia intervém no sentido de melhorar a qualidade de vida das populações.
By: Margarida

sexta-feira, fevereiro 24, 2006

Os antibióticos- produto da biotecnologia

Os antibióticos são um grupo de fármacos utilizados para tratar as infecções causadas por bactérias. Extraídos, em tempos, de bolores e fungos, podem ser hoje obtidos directamente por síntese química e utilizados para combater diversas doenças infecciosas.
Os antibióticos distinguem-se em: bactericidas, quando eliminam as bactérias, provocando a destruição da parede bacteriana e bacteriostáticos, quando detêm o crescimento das bactérias, deixando ao sistema imunitário a tarefa de eliminar a infecção. Os antibióticos ajudam a combater os sintomas da infeccão, quer quando o organismo é atacado por bactérias nocivas, quer quando as bactérias presentes no organismo se tornam patogénicas. Podem prevenir as infecções, mesmo nos casos em que o sistema imunitário se encontra debilitado. A biotecnologia tem permitido desenvolver antibióticos com maior espectro de acção, diferentes vias de administração e menor risco de reacções alérgicas.

Penicillium chysogeunum

Um dos exemplos mais impressionantes de melhoramento genético, utilizando técnicas de genética clássica, incluindo selecção e mutação, ocorreu no fungo filamentoso Penicillium chrysogenum.
Quando Fleming relatou, pela primeira vez, em 1929, o grande valor potencial desse fungo produtor da penicilina no combate a doenças infecciosas causadas por bactérias, estava longe de imaginar que a sua linhagem, que produzia menos de 2mg do antibiótico por litro de meio de cultivo, teria a sua produção melhorada em milhares de vezes. Graças a técnicas de indução de mutações e selecção de mutantes, além da melhoria das condições de cultivo, os aumentos foram constantes até atingir o valor de 7g/litro. Atualmente, estima-se que existam linhagens industriais de Penicillium capazes de produzir mais de 50g/litro, ou seja, um aumento de 25.000 vezes em relação à linhagem original de Fleming. Esse exemplo demonstra a importância das técnicas clássicas no melhoramento genético de microrganismos de valor industrial.
Aliás, foi com a produção de antibióticos que a biotecnologia teve seu início efectivo na década de 40, adquirindo em seguida a importância que tem actualmente, quando acrescida das modernas tecnologias, especialmente a do DNA recombinante. É na indústria de antibióticos que existem outros exemplos comparáveis ao descrito para a penicilina, tanto utilizando fungos como bactérias.
Fonte: http://www.ufv.br/ (texto com supressões e alterações)

quarta-feira, fevereiro 22, 2006

Terapia genética pode criar super atletas

Uma terapia genética que faz duplicar a força muscular de ratinhos pode vir a ser usada para criar superatletas, alertou um investigador norte-americano. Já há pessoas interessadas em usar este "doping" genético e cientistas a trabalhar para criar formas de o detectar, afirmou Lee Sweeney, da Universidade da Pensilvânia.
Em estudos laboratoriais, verificou-se que ratos a quem era injectado um vírus ao qual era acrescentado o gene que comanda a produção de um factor de crescimento chamado IGF-1 fazia com que os seus músculos crescessem em tamanho e força, numa proporção entre 15 e 30 por cento. Se esses ratinhos fossem submetidos a um programa de treino, a sua força muscular duplicava.O objectivo desta experiência era desenvolver tratamentos contra doenças musculares. “Mas as coisas que desenvolvemos a pensar em tratar doenças podem vir a ser usadas para melhorar a ‘performance’ atlética”, disse Sweeney, no congresso anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência, em Seattle.“As mesmas técnicas poderiam ser usadas nos músculos de pessoas normais para os tornar mais fortes e mais capazes de se repararem a si próprios”, comentou Sweeney.
No entanto, estas formas de terapias genéticas nunca foram testadas em seres humanos, porque não se sabe se seriam seguras — as terapias genéticas que até agora chegaram a ensaios clínicos não deram grandes mostras de funcionar, isto quando não tiveram efeitos secundários catastróficos. Assim sendo, os primeiros ensaios em seres humanos podem realizar-se apenas daqui a muitos anos.Mas esta investigação já chegou à comunidade desportiva. Por isso, Sweeney diz que metade dos “e-mails” que agora recebe são de atletas ou treinadores pedindo-lhe informações sobre a terapia genética capaz de criar músculos.
Fonte: http://podium.publico.pt/ (texto com supressões)

domingo, fevereiro 19, 2006

Esclerose múltipla e a biotecnologia

A esclerose múltipla é uma doença crónica que afecta o sistema nervoso central pois destrói a mielina que envolve as fibras nervosas e propicia a transmissão das mensagens entre os neurónios. Assim, a transmissão de mensagens nervosas é afectada produzindo-se os sintomas característicos da EM.
Têm vindo a ser desenvolvidos muitos tratamentos no sentido de retardar e minimizar os efeitos desta doença. Um desses tratamentos assenta em pressupostos da biotecnologia. Os interferões beta são proteínas que se produzem naturalmente no organismo e estão implicados no sistema imunitário. Como terapêutica, estes interferões são produzidos sinteticamente através da técnica do DNA recombinante. É aqui que entra a biotecnologia.
O DNA recombinante, consiste em transferir genes humanos (por exemplo) para o interior de bactérias, utilizando plasmídeos que funcionam como vectores fazendo com que as bactérias produzam determinadas proteínas. É o que acontece com a esclerose múltipla. Interferões beta são produzidos por bactérias e posteriormente administrados como injectáveis. Podem surgir alguns efeitos secundários (característicos de uma reacção inflamatória) mas são facilmente controlados.
Os interferões beta proporcionam nos doentes com esclerose múltipla: surtos menos frequentes, menos graves e menor progressão da incapacidade.
A terapêutica com interferões veio alargar a esperança de vida e melhorar significativamente a qualidade de vida dos doentes com esclerose múltipla e tal só é possível graças à biotecnologia.

By: Ana Margarida
Fonte:
http://www.ms-gateway.com.pt/

segunda-feira, fevereiro 13, 2006

ICSI e a biotecnologia


Crianças concebidas por um método de inseminação artificial poderiam carregar DNA de bactérias nos seus cromossomas, segundo um estudo da INIA, a agência de pesquisas agrícolas da Espanha.
Na pesquisa – que foi publicada nas revistas especializadas New Scientist e Human Reproduction –, o esperma de ratos foi misturado com bactérias E. Choli para verificar se algum tipo de mudança genética aconteceria.
Em seguida, o esperma foi introduzido em óvulos de ratos, e alguns dos embriões resultantes dessa fertilização realmente continham um gene da E.coli.
O especialista britânico Simon Fischel, da organização Care Fertility, ressaltou, no entanto, que não existem registros de quaisquer problemas provocados por processos como os descritos pelos cientistas espanhóis.
"O risco permanece teórico por enquanto. Mas, mesmo se outro DNA tivesse se transferido para as crianças, tampouco existem indícios de que isso fosse manifestar outros problemas", afirmou Fischel.
"Há tantos outros factores que podem afectar o nosso estilo de vida que talvez sejam até mais tóxicos."
ICSI
O método usado pelos pesquisadores espanhóis é conhecido como ICSI, a sigla em inglês para injecção intracitoplasmática de espermatozóide.
Cerca de metade dos procedimentos de inseminação artificial em vários países, entre eles a Grã-Bretanha e os Estados Unidos, utilizam este processo.
Os cientistas misturavam DNA com esperma antes da injeção para descobrir se o ICSI poderia ser útil para a produção de animais geneticamente modificados.
A partir da pesquisa inicial, os especialistas tiveram a curiosidade de saber se o DNA de crianças que foram concebidas por meio de ICSI poderiam ter sido acidentalmente contaminados, caso a amostra de esperma utilizada tivesse sido contaminada por uma bactéria.
No entanto, para chegar às conclusões publicadas, a pesquisa espanhola utilizou concentrações altas de bactérias que normalmente poderiam ser detectadas ao microscópio por técnicos de inseminação artificial.
Para a doutora Maryse Bonduelle, da Universidade Flamenga Livre de Bruxelas, na Bélgica, as descobertas não devem causar alarde.
"Não acho que exista a necessidade de alarmar os pacientes ou mudar os procedimentos no momento."
Fonte: Folha de São Paulo (texto adaptado)

sexta-feira, fevereiro 10, 2006

As duas faces da "moeda"

Actualmente torna-se muito comum falar de OGM- organismos geneticamente modificados. Um OGM é um organismo que pode ser, além dos procariontes, plantas e até mesmo animais. Qualquer organismo que possua material genético é susceptível de ver o seu genoma alterado, com introdução de certos genes que irão, através da síntese proteica que daí advém, produzir uma alteração do fenótipo original (características observáveis resultantes da expressão do genótipo em interacção com o ambiente), produzindo características vantajosas.
No entanto, existem as duas faces nesta moeda que é a biotecnologia.
Por um lado, a engenharia genética proporciona inúmeras vantagens. Através da alteração do genoma produzem-se plantas imunes a certas pestes, alimentos que possuem mais vitaminas com menor custo, vacinas génicas, sintetiza-se insulina artificial semelhante à humana, testam-se novos medicamentos e novas terapias em animais geneticamente modificados com a doença pretendida...Todas estas resoluções melhoram a qualidade de vida do ser humano, principalmente em termos de saúde humana. No entanto, até que ponto teremos nós o direito de alterar o património genético de outras espécies em proveito próprio?
Tal como consta nos direitos dos animais:
ARTIGO 2º
a - Cada animal tem direito ao respeito; b - O homem, enquanto espécie animal, não pode atribuir-se o direito de exterminar os outros animais, ou explorá-los, violando esse direito. Ele tem o dever de colocar a sua consciência a serviço dos outros animais;
ARTIGO 8º
a - A experimentação animal, que implica em sofrimento físico, é incompatível com os direitos do animal, quer seja uma experiência médica, científica, comercial ou qualquer outra; b - As técnicas substitutivas devem ser utilizadas e desenvolvidas.
ARTIGO 14º
Os direitos dos animais devem ser defendidos por leis, como os direitos do homem.
Deste modo, a interrogação persiste. Teremos nós o direito de interferir com o equilíbrio biológico das espécies? Teremos nós o direito de causar sofrimento aos animais para testar terapias e medicamentos alternativos? E o de os condenarmos a uma vida de sofrimento através da alteração do seu genoma para que possuam determinada anomalia?
A biotecnologia é ainda uma ciência muito precoce. Os riscos associados à sua expansão e futuras implicações ainda permanecem uma incógnita. Só daqui a vários anos poderemos avaliar a factura a pagar. Por enquanto, convém encarar a biotecnologia com alguma precaução, sem a banalizar mas ao mesmo tempo sem a considerarmos como algo de muito negativo, um "bicho de sete cabeças".
By: Margarida

terça-feira, fevereiro 07, 2006

As questões da manipulação genética

A manipulação genética, realizada actualmente em larga escala, não deixa de levantar em todo o mundo uma profunda inquietação:
a) Consequências imprevisíveis.
Questiona-se a introdução destes novos organismos geneticamente modificados (OGM) em ambientes abertos, uma vez que se desconhece as suas consequências a longo prazo para os outros seres vivos, nomeadamente os da mesma espécie por cruzamentos ou outros contactos.
b) Integridade biológica.
Questiona-se o direito dos seres humanos alterarem uma herança biológica que herdaram e que inevitavelmente irão modificar ou destruir.
c) Redução da Biodiversidade.
Questiona-se a redução que estas técnicas de melhoria e selecção estão a provocar na natureza, tendo nós um conhecimento muito limitado dos mecanismo biológicos.
d) Novas formas de domínio.
Questiona-se as novas formas de poder que estão a ser criadas por parte dos laboratórios que produzem estes novos OGM. Estes ao possuírem as suas patentes, controlam ( e lucram) com a sua utilização, reprodução e possíveis melhorias.
e)Sofrimento.
Questiona-se os sofrimento que estas experiências provocam nos animais, para além dos limites do razoável, tendo apenas um único objectivo: a sua sobre-exploração.
Fonte: afilosofia.no.sapo.pt (texto com supressões)

domingo, fevereiro 05, 2006

Animais geneticamente modificados


Desenvolvidos no Instituto de Biociências, animais geneticamente modificados podem contribuir para a descoberta de terapias génicas e para o estudo das funções dos genes humanos.
É cada vez mais comum a utilização de animais geneticamente modificados nos laboratórios de todo o mundo. De facto, através da biotecnologia, já foram clonados diversos organismos entre eles os camundongos, os comuns ratos de laboratório. Em prol da sáude e do desenvolvimento de terapêuticas génicas humanas, são criados organismos "dotados" de doenças genéticas comuns aos seres humanos- como uma falha cardiovascular, por exemplo- permitindo assim o estudo da evolução da doença e o teste de terapêuticas génicas alternativas. Através dos organismos geneticamente modificados é também possível estudar as funções dos genes. Um artigo lançado pela Royal Society, intitulado "The use of genetically modified animals" é afirmada a importância dos animais geneticamente modificados que tende a aumentar cada vez mais na área da análise da função génica, uma vez que, ao se modificar um gene, as várias funções desse gene podem ser identificadas nos diferentes sistemas funcionais do organismo. "O Projecto Genoma Humano decifrou um genoma de 30 mil a 40 mil genes, dos quais uma pequena parte apenas é conhecida. O próximo passo é descobrir como eles funcionam."
By: Ana Margarida

sexta-feira, fevereiro 03, 2006

O efeito do milho transgénico para as borboletas monarca

Ainda existem dúvidas quanto aos riscos que a variedade de milho transgénico Bt apresenta para as borboletas-monarca. A controvérsia sobre os efeitos do milho transgénico nas borboletas-monarca começou em Maio de 1999, quando a revista científica britânica Nature publicou um estudo onde se revelava que o pólen de milho geneticamente manipulado, conhecido como milho Bt, por incorporar genes da bactéria Bacillus thuringiensis, matou, em laboratório, quase metade das larvas de borboleta-monarca utilizadas numa experiência científica. Contrariamente, seis artigos científicos, a publicados na revista norte-americana The Proceedings of the National Academy of Sciences, referem que o milho transgénico não apresenta grande risco para essas borboletas, uma vez que não é provável que estas estejam expostas a níveis de pólen suficientemente elevados para serem afectadas. Por um lado, porque as plantas lançam o pólen durante um curto período de 10 dias, e por outro, porque apenas foi plantada essa variedade de milho em 19% dos campos de milho dos EUA.
Fonte: http://www.naturlink.pt/

quarta-feira, fevereiro 01, 2006

Vacinas génicas

"A vacina génica - ou vacina de DNA -, ainda em fase de experimentação e padronização, pode vir a tornar-se a maior promessa de combate a doenças infecciosas para as quais até hoje não existe prevenção segura, como herpes, SIDA, malária, tuberculose, hepatite, esquistossomose e dengue entre outras".
A afirmação é do pesquisador Célio Lopes Silva, coordenador do Laboratório de Vacinas Gênicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, da USP. Ele explica que para a produção da vacina génica, os cientistas retiram do agente causador da doença, que pode ser um vírus, bactéria, fungo ou parasita, um fragmento da molécula de DNA (...). Quando inoculado nos animais ou em humanos, este fragmento de DNA codifica uma proteína imunogénica, ou um factor de virulência que tem a potencialidade de induzir o sistema imunológico a produzir anticorpos ou estimular a imunidade mediada por células, principalmente linfócitos T auxiliares ou citotóxicos (uma das principais células de defesa de nosso organismo), protegendo contra a infecção causada pelo agente patogénico de onde se originou o DNA(...).
O método é considerado mais eficaz e seguro do que o de determinadas vacinas convencionais, que inoculam vírus ou bactérias vivas e atenuadas na pessoa para obrigar o sistema imunológico a produzir anticorpos ou imunidade celular. Essas vacinas de organismos vivos e atenuados, embora funcionem muito bem, oferecem uma certa margem de risco de que a pessoa acabe contaminada pela doença que se pretende prevenir. Com a vacina de DNA isso não acontece.(...)
"Em termos econômicos, técnicos e logísticos, as vacinas de DNA oferecem uma série de vantagens quando comparadas com as vacinas clássicas, especialmente se considerarmos a sua utilização nas condições oferecidas pelos países em desenvolvimento. O custo de produção das vacinas gênicas em larga escala é significativamente menor do que o custo de produção das vacinas recombinantes, peptídeos sintéticos e outras. O controle de qualidade é mais fácil, e a comercialização não necessita de uma rede de refrigeração, pois estas vacinas são estáveis à temperatura ambiente. Estes fatores facilitam o transporte, a distribuição e o estabelecimento de amplos programas de imunizações em regiões de difícil acesso.(...)"

Fonte: http://www.comciencia.br/ (texto com supressões)